Início GERAL Diego chama candidatura de Wellington ao Paiaguás de “risco” e defende direita...

Diego chama candidatura de Wellington ao Paiaguás de “risco” e defende direita unida com Pivetta



O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) afirmou que seria “um risco para Mato Grosso” eleger um governador sem experiência de gestão no Executivo e defendeu que a direita feche em torno da pré-candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Palácio Paiaguás em 2026, em detrimento do senador Wellington Fagundes (PL), que tem trajetória marcada por mandatos legislativos.

Leia também:
Botelho articula para seguir no comando da CCJR e promete frear projetos do Paiaguás em regime de urgência

“Meu desejo pessoal, e a gente tem trabalhado internamente no Republicanos, é para unir a direita. […] o Wellington tem mais quatro anos no Senado, ele representa a direita lá no Senado Federal e ele pode continuar lá mais quatro anos. […] E ele não tem experiência no executivo. Ele, até o momento, ele foi deputado federal, foi senador, não esteve ainda no executivo. Eu acho que seria muito risco para ele, nesse momento, disputar o executivo e um risco para Mato Grosso eleger alguém completamente sem experiência”, disse Diego.

A fala acontece em meio à disputa pelo desenho do campo conservador no Estado, com mais de um nome se colocando para a sucessão do governador Mauro Mendes (União) e com o Republicanos tentando consolidar Pivetta como principal herdeiro do grupo no comando do Palácio Paiaguás.

Diego sustentou que a comparação entre Pivetta e Wellington passa menos por pesquisa e mais por perfil. Do lado do Republicanos, ele citou o histórico de gestão do vice-governador, que foi prefeito de Lucas do Rio Verde por três mandatos e está no Executivo estadual como vice-governador desde 2019, enquanto Wellington construiu carreira em Brasília como deputado federal e senador.

Para o deputado, o discurso de “união da direita” passa por manter Wellington onde ele já atua e, ao mesmo tempo, evitar que Mato Grosso entre numa troca de comando sem experiência administrativa justamente no momento em que o grupo tenta vender continuidade de entregas e correções de rumo dentro do próprio projeto.

“O que nós precisamos é avançar, é continuar, é ver o que está acontecendo de bom, continuar aquilo que estiver de errado. Eu não tenho dúvida que o Otaviano vai ter a capacidade para poder corrigir. Ele sempre fala isso, que a gente pode fazer mais. Ele quer fazer um mandato ainda melhor do que o do Mauro Mendes, nesses oito anos.”



FONTE

Google search engine